Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, Fagner afirmou que “esses lugares estão cheios de gente que eu não respeito, que não entende nada de música”.
Fã de rádio AM e fofocas, segundo a mesma reportagem, Fagner detonou os amigos de MPB Caetano Veloso e Roberto Carlos no caso ECAD, que movimentou a classe artística em julho. Ele disse que os medalhões da música brasileira tinham motivos além do que somente defender os compositores que condenam a falta de transparência nas arrecadações de direitos autorais do escritório.
— O que houve ali foi uma encenação patrocinada por pessoas que tem outros interesses que não são os aparentes. Que lobby é esse? Por que Caetano estava lá? Por que Roberto, que nunca aparece para defender nada, estava lá? Esse povo dá nó em éter. Não vou ficar especulando, mas, na minha opinião, o projeto foi aprovado sem estar inteiramente claro para os artistas.
O cantor disse que não defende o ECAD, mas acredita que cobrar transparência diretamente do escritório seria a solução.
R7
Nenhum comentário:
Postar um comentário