— Mão estamos preocupados com um factóide de marketing, estamos preocupados em oferecer tarifas baixas ao maior número possível de passageiros. As tarifas mais caras, que chegam a 2% do total, vão subsidiar as tarifas mais baratas. Não estamos preocupados em um factóide, mas no respeito ao consumidor — disse o presidente.
Kakinoff afirmou que é normal que algumas pessoas, que compararam passagens no passado, tenham desembolsado mais que o novo valor no site da empresa, pois agora já estão disponibilizados os voos extras. Ele apresentou a política de tarifas da companhia, que estabelece que até 14% das passagens são vendidas a até R$ 99, e outros 25% são ofertados em valores entre R$ 100 e R$ 159. Para o presidente da Gol, a empresa inova ao abrir sua tabela de precificação e afirmou que isso poderá ser conferido no futuro, após a Copa, quando a empresa divulgar seus dados à Anac (agência reguladora do setor aéreo).
— Temos que lembrar que foi essa política de liberdade tarifária que permitiu que mais 30 milhões de pessoas pudessem voar no Brasil — disse o presidente da aérea, lembrando que as notícias de quem comprou as últimas passagens, em valores caros, acaba gerando uma distorção na percepção dos preços da Copa.
O presidente da empresa, que vai trasportar a seleção brasileira, afirmou que a empresa está preparada para a Copa e que a empresa terá nas cidades-sede 1.100 funcionários extras, entre temporários e outros deslocados de bases menores da companhia. Kakinoff disse ainda que a Gol terá tripulantes fluentes em idiomas de países participantes do torneio, como inglês, espanhol, francês, japonês, coreano, italiano, alemão e russo, que serão alocados para voos de acordo com a evolução destas seleções no torneio. Ele disse ainda que logo após o fim da primeira fase da Copa, deve haver um grande número de novos voos e de voos alterados.
O Globo
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