A presidente Dilma Rousseff afirmou que o Brasil sediará a “Copa das Copas” durante a cerimônia de apresentação para o sorteio, realizado na Costa do Sauipe, na Bahia, nesta sexta-feira.
Na cerimônia, Dilma e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, também lembraram da morte do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela na quinta-feira.
“Será a Copa das Copas. Uma Copa para ninguém esquecer. Todos os campeões mundiais estarão presentes e seleções de todos continentes”, disse Dilma.
No entanto, a seleção australiana não conseguiu sua vaga pelas eliminatórias da Oceania. No futebol, o país disputa a competição pelas eliminatórias asiáticas, sendo considerado assim um país da Ásia para a Fifa.
“A Copa tem um significado para os brasileiros. O Brasil é o país do futebol. O futebol está no coração de cada um”, afirmou.
Dilma também mostrou confiança sobre o desempenho da seleção brasileira na Copa do Mundo.
“Como torcedora estou muito animada. É a única seleção pentacampeã do mundo, como disse o Blatter. Essa terra é a terra do Pelé, o maior jogador de todos os tempos. É a terra do Ronaldo, o maior goleador de todas as Copas”, afirmou.
“É uma seleção forte. Cheia de novos craques geniais. Temos como técnico o Felipão, que é um grande campeão. Tenho razão para estar otimista”, falou Dilma, que subiu ao palco ao lado de Blatter.
Dilma mantém uma relação cordial com o presidente da Fifa. Eles conversam eventualmente nas cerimônias em que se encontram.
Logo após a Copa das Confederações, Blatter informou ter ficado insatisfeito pela ausência da presidente da República na decisão do evento-teste, entre Brasil e Espanha, em 30 de junho, no Maracanã.
A decisão do torneio ocorreu em meio à onda de manifestações que se espalhava pelo Brasil. Na abertura, em Brasília, Dilma e Blatter foram vaiados antes de o jogo começar, quando discursaram.
A coluna Painel FC publicou nesta sexta-feira que conversar com o presidente da CBF, José Maria Marin, com o vice da entidade, Marco Polo Del Nero, e com o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, está longe dos planos de Dilma.
No sorteio das eliminatórias para a Copa do Mundo, Dilma se sentou ao lado de Blatter e Pelé. O até então presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que também não tinha boa relação com Dilma, ficou na ponta.
Folha
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