sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Amanda Gurgel diz que não nenhum militante do PSTU participa de “vandalismo” e que pode processar quem insinuar isso

Nos movimentos sociais, há diversas organizações, correntes e partidos políticos. E cada um destes grupos que participam de lutas sociais possuem orientações, princípios e métodos diferentes. Um exemplo disso é o movimento estudantil, que atualmente em Natal reivindica o Passe Livre para todos os estudantes. O PSTU e o Mandato da Vereadora Amanda Gurgel estão presentes nos protestos e manifestações públicas, que são expressões legítimas de um direito democrático. E isso é motivo de orgulho.
Entretanto, o partido e o mandato são responsáveis unicamente pelas próprias ações, e não pela atuação de outras organizações ou grupos. Não faz parte dos métodos do PSTU e de sua militância a depredação do patrimônio público. A luta da organização da vereadora Amanda Gurgel é uma luta política e social, um embate de ideias na disputa por um projeto socialista de sociedade, no qual o individual não prevaleça sobre o social.
Estes esclarecimentos são necessários porque, lamentavelmente, alguns setores da imprensa buscam criminalizar a luta do PSTU e da vereadora Amanda Gurgel, tentando ligar o partido e a professora aos atos de depredação do patrimônio público, promovidos por outros grupos. Nenhum militante do PSTU ou assessor do mandato participa ou participou de quaisquer ações de destruição. O veículo de comunicação que insinuar ou afirmar que militantes ou assessores depredam o patrimônio público estará faltando com a verdade, podendo responder judicialmente por isso.
O PSTU e a vereadora Amanda Gurgel apoiam, participam e incentivam as lutas dos trabalhadores e da juventude, de modo a pressionar e exigir dos governos e parlamentos as mudanças políticas e sociais necessárias. E assim permanecerá. No entanto, em nenhum momento, o partido incentiva ou incentivou atos de depredação. A organização é contrária a estes métodos. Portanto, o PSTU e a vereadora não são responsáveis política e financeiramente pelas ações de outros grupos. Mais do que nunca, o partido e o mandato exigem de setores da imprensa a responsabilidade e a veracidade com os fatos.

Nenhum comentário: